Veja a Produção da Fábrica de Balanças da Coimma.

DRACENA
Vista Aérea (Sede Coimma)

Coimma em Dracena, SP

Vista Aérea (Dracena)

Vista parcial

Tropical quente e chuvoso, típico do planalto central brasileiro, com estações chuvosa e seca bem definidas. Temperatura média 23,4ºC e precipitação média 1.261 mm – anuais. Inverno leve e altas temperaturas no verão.
Dracena
Estamos em Dracena, na região Oeste do Estado de São Paulo, na chamada Nova Alta Paulista, no km 646 da Rodovia SP-294, a "Comandante João Ribeiro de Barros". A 100 km de Presidente Prudente e a 40 da divisa do MS, a progressista Dracena é o centro de sua microrregiáo, constituindo-se um importante polo industrial, comercial, bancário e educacional. A cidade, hoje na faixa de 45.000 habitantes, tem sua data oficial de fundação em 8/12/1945 por Írio Spinardi, João Vendramini, Virgílio e Florêncio Fioravante. O grupo adquiriu uma gleba de 30 alqueires para colonização nesta região que era então conhecida como Zona da Mata, quase sertão, entre os rios do Peixe e Aguapeí. Spinardi foi também o primeiro prefeito após a instalação do municipio, que ocorreu em 24/12/1948.

A origem do nome
A empresa loteadora fez um concurso popular para escolha do nome da nova cidade. O jornalista e poeta Jacob Neto, de Tupã, sugeriu esse nome, e na sua fundamentação descreveu um fato relacionado ocorrido com o imortal escritor Euclides da Cunha e narrado numa crônica do também imortal escritor Coelho Neto. Em resumo foi o seguinte.

Em 1905 realizou-se o trabalho da Comissão Mista Brasil-Peru para levantamento do rio Purus e demarcação de fronteiras entre os dois países. Durante esses trabalhos ocorreram vários atritos entre Euclides e o comandante peruano Pedro Buenaño, ambos de gênio forte e estopim curto. Ocorreu que no jantar solene de despedida, em setembro/1905, lá no sertão, num rancho rústico, não se sabe se propositalmente ou não, faltava a bandeira do Brasil no conjunto delas de todos os países da América. Euclides de pronto assumiu que a falta fora proposital e arquitetada como revanche pelo Comandante Buenaño. Então no discurso de agradecimento em nome do governo brasileiro, e notando que a mesa estava fartamente decorada com as belas folhas da dracena, planta abundante na região, cumprimentou especialmente a brilhante idéia do Comandante em mandar representar o Brasil, não por um pedaço de pano, que se compra em qualquer lugar, mas sim pela pujança da dracena, com suas imponentes folhas verde-amarelas, as cores do nosso país. Foi efusivamente aplaudido, pelos brasileiros e pelos peruanos, incluindo o próprio Pedro Buenaño.