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Catálogos Virtuais

A COIMMA para maior comodidade do Cliente, disponibiliza a versão On-Line de seus catalogos, confira abaixo e escolha qual deseja visualizar.

Perguntas Frequentes:

Aqui você encontrará as respostas para a maioria de suas perguntas, caso não encontre, não hesite em nos contatar.

Como a Coimma entrega meu pedido?

Dependendo da distância de entrega, a Coimma entrega e monta o equipamento, através de frota e de técnicos próprios, sem cobrança de adicional ao Cliente. Nesse caso correm por conta do Cliente os materiais de base (cimento, areia e pedra). Também se pede ao Cliente que forneça alimentação local para o técnico e a disponibilidade de 2 auxiliares para a montagem.

O que é e para que serve o cambão?

Cambão ou Travessa de Segurança para Castração é uma peça reforçada de madeira cilíndrica, transversal à estrutura do Tronco, localizada na traseira do compartimento central, móvel e com posições reguláveis. Quando em uso, fica estrategicamente pressionando para a frente os culotes (parte traseira das coxas) do animal, permitindo imobilização total e segura para castração, marcação, exame andrológico e outros serviços.

Qual é o melhor, Tronco de Contenção Fixo ou Vigas (ou chassi Metálico)?

Esta é uma pergunta comum do criador que está comprando um Tronco de Contenção pela primeira vez. A Coimma oferece diversos modelos de Troncos, alguns com a opção de montagem no sistema Fixo ou no sistema com Vigas; alguns desses modelos foram desenvolvidos partindo-se de observações e sugestões dos próprios criadores, ao longo dos anos. Entretanto, muitas vezes a escolha acaba sendo feita exclusivamente por preferência pessoal do Cliente.
• Ambos os sistemas têm suas vantagens e desvantagens - por exemplo, vamos considerar o modelo de Tronco Convencional, montado nos dois sistemas.
• O Tronco Fixo tem seus 24 pés-direitos afixados no concreto a 0,60 m, o que confere excepcional firmeza e estabilidade na peça. Por outro lado dificulta bastante o desmonte e a remontagem em outro local.
• O Tronco Sobre Vigas ou Chassi Metálico permite operação fácil de desmonte e posterior remontagem em outro local, como por exemplo, de uma fazenda arrendada para um local definitivo. As Vigas perfil "I" dão uma sólida base de sustentação e impedem o contato direto da madeira com o solo e garantem vida útil do equipamento tão longa quanto do Fixo. Além disso, se o cliente pretende futuramente colocar uma Balança Eletrônica num Tronco adquirido, este já estará preparado para receber a Balança Eletrônica, passando então a possuir a sua Balança-Tronco.

A Coimma faz aferição em Balanças Já instaladas de Clientes?

Aferição significa conferência oficial da precisão da Balança e somente o INMETRO pode realizar aferições.
O que as pessoas chamam de "aferição" no dia-a-dia é um procedimento que a Coimma faz em Balanças Rodoviárias novas ou instaladas, que na realidade se chama Verificação de Pesos em Balanças. É como se fosse uma aferição mas não tem valor oficial.
A Verificação é feita usando-se um caminhão especialmente adaptado para isso, dotado de guindaste e depesos padrões, estes sim, aferidos pelo INMETRO.
Esse caminhão é a "Unidade Móvel Coimma de Verificação de Pesos", também conhecido como "Caminhão de Pesos", e seu custo de deslocamento é pago pelo Cliente, com negociação caso a caso.
A operação de Verificação em Balanças Rodoviárias é também realizada comercialmente por terceiros. Em geral são empresas ou particulares que trabalham com reformas de balanças e conseguem a certificação do INMETRO como "Verificadores" regionais ou locais.

Qual é a fonte de energia para Balança Eletrônica?

Para a maioria dos Indicadores, são três opções:

- Energia elétrica 110/ 220 V (através do carregador bivolt da bateria interna-fornecido/dependendo do indicador);
- Bateria interna recarregável (o Indicador SP-2500 não possui bateria interna);
- Bateria externa 12 V.

Os Indicadores Coimma W(310 e W810), possuem uma bateria interna, podendo assim serem usados sem qualquer fonte de energia externa. Quando totalmente carregada, a Bateria fornecerá um mínimo de 4 horas de operação contínua.
O carregador é fornecido juntamente com o Indicador. Para máximo desempenho recomenda-se carregar a bateria interna pelo prazo mínimo de 5 horas antes de iniciar o uso.
O carregador pode ser usado como carregador de bateria propriamente dito, apenas para carregar a bateria interna do Indicador ANTES do uso. Ou ainda, para fornecer energia ao Indicador de Pesagem DURANTE a sessão de pesagem e recarregando a bateria interna ao mesmo tempo (a pesagem segue normalmente).
Para conectar o carregador à rede elétrica, deve-se antes conectá-lo ao cabo de rede (fornecido com o produto), que possui na sua extremidade um pequeno plugue ou pino tipo "fêmea" para ligação ao carregador, e na outra extremidade, um plugue ou pino chato padrão para ligação na rede elétrica (o carregador fornecido é bivolt - 110/ 220 V).

Caso se use algum outro carregador será preciso prestar atenção à voltagem do mesmo e também à da rede.
Os Indicadores W(310 e 810) possuem recurso de indicação de bateria baixa e de desligamento em baixa voltagem.

É possível adaptar uma Balança Eletrônica em um Tronco existente, instalado anos atrás?

Possivelmente SIM, se o Tronco tiver sido originalmente fabricado com Vigas Metálicas.

Definitivamente NÃO, se for Tronco Fixo (com os pés-direitos enterrados no concreto).

Os 4 modelos de Troncos utilizados pela Coimma para produção de Balança-Tronco (Tronco conjugado com Balança Eletrônica) são os Modelos Americano, Convencional, Plus, Robust e Standard 3 Comandos (ou 3 Guilhotinas). Para esse fim são montados sobre Vigas Perfil "I". Essa condição é indispensável para o Tronco compor a Balança-Tronco.
Num Tronco com Vigas preexistente, se ele não tiver sido montado sobre Vigas de perfil "I" prevendo-se no futuro a instalação de Balança Eletrônica, esta talvez ainda possa ser instalada, mas isso é feito apenas sob consulta e cada caso é avaliado e orçado individualmente. Por exemplo, o caso de um Cliente que possui um Tronco Convencional montado sobre as antigas Vigas Cartola (ou Ômega), atualmente fora de linha, e deseja convertê-lo para Balança-Tronco, deverá ser consultado.

Nossos Representantes sempre verificam essa alternativa com os Clientes quando estão negociando Troncos. Em caso positivo de o Cliente pretender colocar Balança Eletrônica futuramente, será claramente observado no Pedido, que será Tronco com aquela particularidade - preparado para Balança-Tronco, com Vigas perfil "I".

É possível converter uma Balança Mecânica em Eletrônica?

Não. Mas é possível dotar uma Balança Mecânica Coimma (para outras marcas de balança mecânica, sob consulta), de um equipamento que a habilita a fazer uma leitura digital do peso, ou em outras palavras, a ter um funcionamento eletromecânico: é o Kit de Conversão Eletrônico.

O Kit é composto por uma Célula Eletrônica de Carga (instalada na parte interna da coluna de pesagem da Balança Mecânica); pelo Indicador (caixa com visores digitais e botões), e pelos cabos de conexão. A fonte de energia é a bateria interna recarregável (carregador de bateria interna incluso no produto, como por exemplo, para os Indicadores de Pesagem da Linha Coimma - W310 e W810). ou, como fonte alternativa, uma bateria externa comum de 12 V (bateria externa não inclusa no produto).

Como o Kit de Conversão Eletrônico funciona?

A Célula de Carga intercepta o peso que a Balança envia para o Braço e o informa ao Indicador. O peso digital exibido no visor do Indicador e o peso mecânico mostrado pelo Braço serão iguais, mas a Balança Mecânica passa a se beneficiar da rapidez da estabilização do peso e do acesso à tecnologia informatizada da Balança Eletrônica. O Kit de Conversão Eletrônico, deve ser instalado em Balanças com funcionamento normal e com seu peso verificado (ou "aferido").

Qual é a necessidade da cabine do técnico nos Troncos de Contenção?

Cabine ou compartimento do técnico é aquele da parte traseira do Tronco, que fica entre o portão de entrada do animal e o portão de inseminação (também conhecido como portão anti-coice ou de proteção contra coice). Nesse compartimento trabalha o técnico ou o operador que realiza alguma ação de manejo zootécnico ou veterinário no traseiro do animal, como toque, castração, inseminação e outras.

A necessidade desse compartimento está na segurança do técnico ou operador que, protegido do animal contido e principalmente daquele que espera a vez de entrar no Tronco, poderá realizar um trabalho tranqüilo e de melhor qualidade.

Qual é a vantagem da Balança-Tronco?

Balança-Tronco é a conjugação de Balança Eletrônica com Tronco de Contenção constituindo um único equipamento com dupla função: contenção e pesagem individual, esta com opção de transferir dados "on line" e imprimir diversos relatórios de controle.
Ou seja: todas as funções individuais do Tronco e da Balança Eletrônica ficam preservadas sem alterações, ainda com a vantagem de estarem agrupadas num só conjunto.

A maior vantagem da Balança-Tronco é de facilitar o manejo, economizar tempo e também cobertura de curral na propriedade, salvando muitas vezes, preciosos metros quadrados.
Como exemplo de simplificação de manejo, veja em Sugestões de Currais uma planta com esse equipamento: o animal saindo dele já entra no apartador (ou "ovo de apartação") e será tocado para um dos quatro apartes.

A Balança-Tronco Coimma é a única com projeto específico, dando a opção de escolha entre 3 modelos de Troncos para fabricação com vigas de perfil "I" e conjugação com Balança Eletrônica: Tronco Americano, Tronco Convencional, Robust e Tronco Plus. As respectivas medidas não sofrem alteração nesse processo.

Como e onde instalar a Balança Bovina Mecânica?

A instalação da Balança deve ser planejada em função do curral existente, ou em construção ou em reforma.
• É indispensável prever a movimentação e o fluxo dos animais, através de apartadores antes e após a Balança.
• Também se deve prever o sentido do acionamento dos portões de correr e a melhor posição para a mesa (ou coluna) da Balança em relação à gaiola.
• A Balança deve ser localizada sempre sob cobertura, e montada de preferência acima do nível do solo, para melhor ventilação do mecanismo de pesagem da parte inferior e para facilitar o acesso para limpeza e manutenção.
• Deve-se evitar a passagem desnecessária por ela, de animais que não serão pesados. Balança é um equipamento de precisão, destinado a pesar, que não deve ser utilizado como corredor.• Muitos criadores preferem ainda o curral com Tronco de Contenção e com Balança Bovina Mecânica em peças separadas, ao contrário de outros, que já preferem o equipamento conjugado que é a Balança-Tronco ( Balança Eletrônica conjugada com Tronco de Contenção).
• A Coimma fornece sugestões e projetos de Currais mostrando a melhor disposição dos diversos equipamentos como Balança, Tronco de Contenção e Câmara Atomizadora (ou Ducha Veterinária).
• Você também pode consultar a ASSESSORIA COIMMA e fazer as suas perguntas.

Para que servem as Balanças Bovinas?

Muitos criadores quando pensam em Balanças, estão pensando na utilização mais óbvia para esse equipamento na fazenda, isto é, pesar o gado para a venda. Entretanto, na moderna pecuária de corte, a Balança é um instrumento indispensável de apoio no manejo zootécnico e veterinário dos animais.

Assim, além das operações de pesagem na compra e na venda, a Balança é indispensável para:

- Controlar o ganho de peso individual no confinamento e semi-confinamento
- Controlar o peso dos bezerros ao nascer
- Controlar o peso na desmama
- Conferir peso de novilha e vaca para cobertura e Inseminação Artificial
- Conferir peso de qualquer animal para cálculo de dosagem de medicamento por kg vivo, para prevenir sub-dosagem ou super-dosagem, ambas indesejáveis pelos prejuízos e riscos.
- Pesagens para seleção e melhoramento genético
- Pesagens para testes nutricionais (rações, suplementos, pastagens)

A Balança Bovina é um equipamento de baixo custo em função de sua longavida útil e que exige para seu funcionamento perfeito uma manutenção mínima, mas é fundamental que seja construída com bom projeto, com excelente matéria-prima, que tenha o Certificado de Aferição do INMETRO e o testemunho de milhares de peças instaladas e funcionando por anos a fio sem problemas por todo o Brasil.

Como operar o Tronco de Contenção?

Muitos peões costumam se gabar da “rapidez” e “habilidade” com que prendem um boi no Tronco. Dizem ser tão “bons” que trabalham com o portão de saída aberto e mesmo assim, nenhum boi lhes escapa.

O pecuarista deve reprimir esse tipo de atitude ou mentalidade de seus empregados, pela qual os maiores prejudicados serão, pela ordem, o boi e depois ele próprio, o dono do boi.

O que essa prática pode causar?
Acontece que quando o animal vê a “luz” da porta de saída, ele desembesta e se for parado com o tranco da Guilhotina Pescoceira bruscamente acionada, receberá forte pancada na ponta da paleta e no pescoço. Mesmo que não ocorra uma lesão grave, será um animal machucado e estressado que não se alimentará bem, não aproveitará eficazmente aquilo que ingerir e terá engorda prejudicada, além de ficar mais sujeito a doenças. Só prejuízos.

Como evitá-la?
É fundamental que o portão de saída seja fechado e imediatamente após, quase ao mesmo tempo devem ser fechadas a Pescoceira e a Virilheira, imobilizando completamente a rês.

Para soltar o boi, se a Guilhotina Pescoceira for liberada enquanto a Virilheira (ou Vazieira) estiver ainda fechada, poderá ocorrer lesões sérias no animal, pois com o esforço para a frente que ele faz para se soltar, há risco de rompimento dos músculos inter-costais e até de fratura de costelas. O risco será ainda maior se a Virilheira tiver sido erradamente fechada sobre as costelas ou sobre os ossos da bacia.
Por outro lado, liberar a Virilheira e manter fechada a Pescoceira fará com que o animal se jogue para trás tentando sair e se “assente” no traseiro, provocando forte distensão dos músculos do pescoço. Essa lesão poderá trazer perda da coordenação motora e de sustentação no dianteiro, com dificuldades para ele se manter em pé.
Por isso, para MÁXIMA segurança de homem e de animal, devem trabalhar DOIS peões no Tronco, com atenção e no maior sincronismo possível. Para liberar o boi, soltar as Guilhotinas ao mesmo tempo, e imediatamente após, abrir o portão de saída. Quando este se abre, necessariamente o animal deverá estar totalmente livre.

Para máxima segurança no Tronco, este deve ser operado por 2 peões.
Um será responsável pelo portão de entrada do animal, pelo portão de inseminação (ou portão anti-coice), pela alavanca da Guilhotina Virilheira (ou Vazieira) e pelos portões laterais da cabine do técnico.
O outro peão será responsável pelo portão de saída, pela alavanca da Pescoceira e pelos portões laterais do compartimento anterior do Tronco.
Os acionamentos da Pescoceira e da Virilheira devem ser feitos em sincronismo e com o animal parado, nunca em movimento. A Virilheira (ou Vazieira) deve ser fechada no vazio do animal.

A entrada do animal no Tronco é facilitada abrindo-se o portão de saída. Com a “luz” da saída, ele se ilude e tenta atravessar, devendo ser parado com o fechamento rápido e atento do portão e nunca com a Pescoceira.
Com o portão fechado na sua frente o animal pára, e este é o momento para o acionamento das Guilhotinas ao mesmo tempo, imobilizando-o sem chance de se bater.
A Guilhotina que exige maior cuidado é a Virilheira (ou Vazieira) que deve ser fechada em cima do vazio, e não nas costelas ou na bacia, mesmo que para isso seja preciso posicionar melhor o animal. Isso é feito com um ou dois movimentos curtos da própria Guilhotina, abrindo e fechando até que o animal “se ajeite” com as Virilheiras bem encaixadas em seu vazio.

Para que serve o Tronco de Contenção?

Também conhecido como Brete, é um equipamento pecuário instalado no curral, especialmente projetado para conter e imobilizar bovinos, de forma individual, com objetivo de agilizar, facilitar e tornar seguras as mais variadas ações a executar no animal, tanto para os operadores como para o próprio animal. Marcação, identificação, castração, coleta de sangue, vacinação, aplicação de medicamentos, inseminação artificial, transferência de embriões, toques, tratamento de prepúcio e exame andrológico são alguns exemplos de ações de manejo a serem feitas em Troncos.
Sua localização no curral geralmente é logo em seguida ao “brete de vacinação” (ou seringa). E imediatamente em seguida à saída do Tronco deve haver um apartadouro. A Coimma oferece várias Sugestões de Currais com localização do Tronco de Contenção.
Apesar de o Tronco ser tão útil, existem ainda muitos pecuaristas que o consideram “supérfluo”, alegando que o animal deve ser laçado, amarrado, imobilizado, seja ele derrubado ou não, e então submetido ao manejo a executar. Dizem ainda que “peão e corda são para isso mesmo, eu não preciso de Tronco na minha fazenda”.

Entretanto, o pecuarista preocupado com custos, produtividade e segurança compara, por exemplo, o desempenho de um serviço de castração no sistema SEM TRONCO E COM TRONCO – veja:

Sem Tronco

Com Tronco

Pessoas necessárias

1 castrador + 4 Auxiliares

1 castrador + 2 Auxiliares

Tempo necessário

1 dia

1 dia

Animais castrados

60

300

Risco de acidente em humanos

Alto

Mínimo

Risco de lesões nos animais

Alto

Mínimo

Qualidade do trabalho

Boa

Superior


Pelo sistema comum, são necessários 5 homens para castração de 60 animais em um dia, em ritmo puxado.
Com a utilização do Tronco COIMMA, também em um dia, é possível castrar até 300 animais. Ou seja, produtividade de 500% a mais, com a metade da mão-de-obra.

É preciso lembrar ainda a qualidade desse serviço, que é superior no animal contido no Tronco, porque o castrador trabalha com mais calma e tranqüilidade.

Contra fatos não há argumentos!

Tronco de Contenção é equipamento que o pecuarista profissional não dispensa. Principalmente se for um Tronco Coimma.

Balança Mecânica ou Eletrônica - Como decidir?

Ambas desempenham perfeitamente o trabalho que se espera delas, e possuem vantagens e desvantagens em relação à outra, que o produtor deve considerar em relação às necessidades, características e peculiaridades de sua operação fundamental, para aquele que não possui esse equipamento, é conscientizar-se de que a tendência sem volta da pecuária é de tecnificação e de busca por resultados, e que uma Balança é parte inseparável disso.

Como uma propriedade poderá buscar resultados se não tiver a ferramenta certa para medir os ganhos e o peso final de seu rebanho? Para avaliar o desempenho de uma nova gramínea, de uma nova formulação de suplemento mineral ou vitamínico, ou a resposta a um plano de calagem, de adubação ou a uma nova divisão de piquetes para rotação? Para determinar com precisão o peso vivo para administração de um medicamento, ou para a inseminação correta daquela novilha de alto preço, para a primeira cria?

Uma Balança de qualidade é indispensável na fazenda de pecuária do século 21. Veja a Tabela abaixo com os principais pontos de comparação entre Balanças Mecânica e Eletrônica.

BALANÇA MECÂNICA

BALANÇA ELETRÔNICA

Equipamento tradicional e bem conhecido pela durabilidade, existem Balanças Coimma funcionando perfeitamente há 25-30 anos.

Tecnologia nova no Brasil, aproximadamente 9 anos de mercado.

Não depende de fonte de energia.

Depende de fonte de energia elétrica-bateria interna ou bateria externa de 12 V.

Fácil manutenção. O treinamento do operador é mínimo.

Manutenção especializada - exige bom suporte do fabricante. Exige um mínimo de capacitação do operador para leitura das telas.

É necessário esperar a estabilização do Braço na pesagem.

Estabiliza em segundos - é muito mais rápida.

Estrutura fixa no local sem permitir alternativa de uso múltiplo.

Oferece flexibilidade de uso - plataforma/ cocho/ gaiola fixa/ gaiola suspensa/ tronco de contenção/ uso portátil, podendo ser facilmente levada de uma fazenda a outra.

Apenas mostra o peso no ato da pesagem. (Balanças Coimma acima de 2000 kg oferecem opção de Braço com impressão de ticket em 3 vias carbonadas com o peso)

Mostra o peso na pesagem, registra na memória para leitura posterior, pode ser conectada a computador, impressora ou coletor de dados. Possuem recurso de apartação por limite de peso, de identificação individual do animal, de pesar com rendimento de carcaça, de geração de relatórios, gráficos e informação de ganho de peso. São compatíveis com softwares comerciais de gerenciamento pecuário.

Adaptando o Kit de Conversão pode ter acesso à tecnologia eletrônica (embora continue a pesar também com o Braço).

A própria pesagem já é 100% eletrônica.

Não depende de cabos e conexões para funcionar.

Depende de cabos e conexões.

Por ser de instalação fixa, exige cobertura.

Por ser portátil, dispensa cobertura. Terminada a pesagem, pode ser desligada, guardada ou levada para pesar em outra fazenda.

Instalação fixa consome mais materiais - maior investimento.

Instalação econômica - menos materiais/ menor investimento.

Ocupa espaço mínimo de curral e cobertura de 3 m².

Praticamente não ocupa espaço.

É inviável sua montagem com Tronco de Contenção.

Funciona perfeitamente conjugada com Tronco, formando o conjunto Balança-Tronco.

A opção de escolha é apenas por capacidade de pesagem e número de animais / tamanho da gaiola.

Inúmeras opções de Indicadores de Pesagem, cada um com seu leque de recursos, e de Barras de Pesagem.

É complicado usar a Balança Eletrônica?

Não. Não é mais complicado do que usar um telefone celular. São telas com menus, submenus, opções, botões de rolagem, de inserção de dados etc. Como todo equipamento, existem instruções simples a serem seguidas. Vamos abordar o Indicador Coimma W310, que é o mais simples da Linha Coimma (o outro é Coimma W810, este o mais sofisticado e com mais recursos).

A Balança Eletrônica Coimma W310, como qualquer outra balança eletrônica, é um conjunto normalmente composto pelo Indicador (estojo ou caixa com visores digitais e botões ou teclas), pelas Barras e pelos Cabos. A fonte de energia é a bateria interna recarregável do Indicador ou, como fonte alternativa, uma bateria externa comum de 12 V (Baterias externas não são inclusas no produto).

Vamos resumir aqui os procedimentos básicos, que estão detalhados no Manual do Usuário, anexo ao produto.

A primeira coisa a fazer é aparafusar a plataforma nas Barras de Pesagem, com o cuidado de verificar que ela esteja numa superfície limpa e nivelada, e sem tocar em rampas, portões etc. As Barras devem ser afixadas com chumbadores no concreto para evitar que a plataforma se movimente durante a pesagem.

Abra o estojo do Indicador e coloque-o numa superfície plana ou encaixe-o em poste, tábua vertical ou palanque, no suporte de aço que acompanha o produto, previamente aparafusado no local.

Conecte os cabos das Barras de Pesagem ao Indicador. Se a bateria interna estiver sem carga, conecte o carregador de bateria fornecido com o produto à rede elétrica ou conecte uma bateria externa, com o cabo de conexão também fornecido.

Selecione o Modo de Pesagem desejado. O Indicador Coimma W310 possui 3 Modos de Pesagem: Automático (Posição "A"), Manual (Posição "M") e Pequenas Cargas (Posição "F"). Para selecionar o Modo é só girar o grande botão seletor rotativo situado à esquerda no Indicador. Para qualquer Modo de Pesagem escolhido, se não aparecer exibido o ícone "Zero" na parte inferior do Visor, aperte o botão azul "Zerar" para zerar qualquer resíduo que tenha ficado na plataforma.

O botão seletor rotativo acessa também o Menu de Configuração (Posição "S").

O Menu de Configuração permite selecionar 4 opções:

1- Opções do Módulo ("Apartação") Liga = Ativa a opção; mostra classificação dos pesos acima e abaixo do limite estabelecido Desliga = Desativa a opção; mostra apenas a estatística dos pesos, incluindo o maior e o menor.
2- Limite de Peso Permite estabelecer ou configurar limite de peso para apartação de animais acima e abaixo do peso determinado.
3- Opções de Uso Restrito ao Fabricante, não deve ser acessado.
4- Comunicação Exibe portas de comunicação para impressora e computador.
Vamos ver resumidamente como funcionam os 3 Modos de Pesagem:

Pesagem Automática (A)

O Modo Automático é bem fácil de usar e o mais recomendado para pesagem de animais.

A Balança iniciará a pesagem automaticamente, assim que o animal pisar na plataforma. O peso será estabilizado em alguns segundos, dependendo da movimentação do animal, será exibido no Visor principal, e lá permanecerá até que o próximo animal entre na plataforma. Quando o peso é estabilizado, a luz vermelha de "Peso OK" à direita do Visor principal é acesa; a palavra "OK" é exibida no Visor e o Indicador dá um "bip". O registro do peso na memória é automático. Para excluir o último peso e repesar o animal, é só apertar uma vez o botão vermelho "Apagar Último Peso" para retirar o registro do peso da estatística, e apertar o botão verde "Pesar/ Verificar". A Balança repesará o animal e estabilizará o peso correto, adicionando-o à estatística, tudo isso sem retirar o animal da Balança.

Pesagem Manual (M)

O Modo Manual é mais recomendado para cargas estáticas, por exemplo, sacos de fertilizante, ração, cereais, fardos, caixas, etc. Neste Modo a estabilização e o registro do peso são feitos manualmente com o uso do botão "Pesar/ Verificar".

No Modo Manual o Indicador começará a pesar quando for colocada a carga na plataforma, e aceitará mais ou menos peso (mostrando maior ou menor peso no visor principal). Se o botão verde "Pesar/ Verificar" for pressionado, o peso será estabilizado (luz vermelha de "Peso OK" será acesa; a palavra "OK" será exibida no Visor; o Indicador dará um "bip" e o peso estabilizado ficará exibido no visor e adicionado às estatísticas). Retirando-se a carga da plataforma, o peso continuará exibido no Visor, até que a carga seguinte seja colocada. O Indicador começará a nova pesagem.

No caso de não se apertar o botão verde "Pesar/ Verificar", o peso não será estabilizado nem registrado, e o visor retornará ao zero se a carga for retirada da plataforma.

Pesagem de Pequenas Cargas (F)

O Modo Pequenas Cargas é recomendado para a pesagem de cargas estáticas de pequeno peso como por exemplo lã bruta, leitões, caixas de hortaliças etc. Funciona de forma semelhante ao Manual, com a diferença de que o peso exibido retorna a zero com a retirada da carga (como uma balança de farmácia).

Neste Modo de Pesagem o Indicador trabalha com menores variações de peso para maior sensibilidade a pequenas cargas (de 100 em 100 g na faixa até 50 kg - após esta faixa, as divisões ou variações são iguais para os 3 Modos - ver Tabela abaixo). Também neste Modo o recurso de rastreamento do zero fica automaticamente desativado.

Para estabilizar e adicionar o peso às estatísticas é preciso apertar o botão verde "Pesar/ Verificar". Retirando-se a carga, o visor retorna ao zero.

Divisões ou variações de peso de acordo com as faixas de peso

A sensibilidade, ou as divisões da Coimma W310 variam nos 3 Modos de Pesagem - Automático, Manual e Pequenas Cargas, conforme as faixas de peso trabalhadas.

Até 50 kg o Modo Pequenas Cargas tem divisões menores; após esta faixa as divisões são as mesmas para os 3 Modos.

Por exemplo: pesando uma carga na faixa aproximada de 30 kg, o Modo Pequenas Cargas acusará peso de 100 em 100 g. Significa que o peso dessa carga poderá ser 28,1 ou 28,2 kg. Nos Modos Automático e Manual, será de 28,1 ou 28,3.

Já um peso na faixa aproximada de 150 kg poderá ser de 140,5 ou 141 kg, com qualquer um dos Modos fazendo a pesagem, porque nessa faixa as divisões são as mesmas para os 3 Modos.

TABELA DE DIVISÕES (OU VARIAÇÕES) DE PESO NOS MODOS DE PESAGEM POR FAIXA DE PESO TRABALHADA

FAIXA DE PESO (kg)

Modos AUTOMÁTICO E MANUAL

MODO PEQUENAS CARGAS

0 a 20

100 g

100 g

20 a 50

200 g

100 g

50 a 200

500 g

200 a 500

1 kg

500 a 2000

2 kg



Conexão com periféricos

O W310 possui conexão para impressora e computador, mas o uso desses periféricos somente pode ser feito "on-line", ou seja, na sessão de pesagem. Esse Modelo não armazena para transferir ou imprimir posteriormente, como faz o W810 (estes tanto podem gravar ou imprimir durante a sessão de pesagem, ou posteriormente).

Como escolher uma Balança Eletrônica?

Existem opções de modelos de Indicadores de Pesagem, Barras de Pesagem e de Gailoas para atender a todas as necessidades dos pecuaristas. Certamente uma delas estará adequada à sua situação.
Veja nas situações propostas nos itens seguintes, qual a que melhor se enquadra para a sua fazenda.

Situação 1 - Se você precisa de:

· Uma Balança de Barras portáteis;
· Para pesagem individual;
· Capacidade máxima líquida para até 2000 kg;
· SEM Gaiola de fábrica;
· Para usar em plataformas simples feitas na própria fazenda;

Então a sua escolha poderá ser qualquer um dos Indicadores de Pesagem, equipado com Barras de Pesagem de 600 ou de 900 mm:

· Coimma W310
· Coimma W810
· Coimma KM3

Por exemplo: se você optar por uma Balança formada pelo Indicador W310 com Barras de Pesagem de 900 mm, o seu produto será o de Código 9207.

Situação 2 - Se você está interessado em:

· Uma Balança de Barras portáteis;
· Já montada com GAIOLA DE FÁBRICA, de medidas 2,80 X 1,00 X 2,00 m, de madeira de lei com ótimo acabamento e na montagem tradicional com as Barras debaixo da Gaiola;
· Para pesagem individual;
· Capacidade máxima líquida para até 2000 kg; Então você preferirá escolher um dos Indicadores de Pesagem abaixo, montado com a Gaiola Retangular fixa, e todos com Barras de Pesagem de 900 mm:

· Coimma W310
· Coimma W810
· Coimma KM3

Situação 3 - Se você procura por:

· Uma balança de barras portáteis;
· Já montada com GAIOLA DE FÁBRICA, de medidas 2,80 X 1,00 X 2,00 m, de madeira de lei com ótimo acabamento e na montagem com as Barras suspensas sobre a Gaiola;
· Para pesagem individual;
· Capacidade máxima líquida para até 2000 kg;

Então você dará preferência para um dos Indicadores de Pesagem abaixo, montado como Balança Eletrônica-Gaiola Suspensa, e todos com Barras de Pesagem de 900 mm.

· Coimma W310
· Coimma W810
· Coimma KM3

Situação 4 - Se você possui uma Balança Mecânica Coimma individual, ou coletiva de capacidade média ou grande (excetuando o Modelo B-10, de capacidade até 11000 kg), funcionando perfeitamente e deseja habilitá-la para leitura eletrônica...

Então sua opção será pelo Kit de Conversão Eletrônico Coimma, disponível para capacidades de 1500 a 6000 kg, e montado a partir dos seguintes Indicadores de Pesagem:

· Coimma W310
· Coimma W810
· Coimma KM3


Obs.- Kit para outras marcas de balança mecânica, consultar a Coimma (ver Questão "É possível converter uma Balança Mecânica em Eletrônica?").

Situação 5 - Se você possui um Tronco de Contenção Coimma preparado para Balança e precisa da Balança...
Neste caso você deverá optar também por um dos Indicadores de Pesagem abaixo, todos componíveis com Barras de Pesagem especiais para Tronco, de 1150 mm. Em todos a capacidade líquida será de 2000 kg.

· Coimma W310
· Coimma W810
· Coimma KM3

Situação 6 - Se você deseja uma Balança-Tronco, que é o Tronco de Contenção conjugado com Balança Eletrônica...

Neste caso você deverá optar por um modelo de Indicador e por um Modelo de Tronco de Contenção. Todas as opções estarão montadas com as Barras especiais de 1150 mm, para Tronco.

Modelos de Indicador de Pesagem

· Coimma W310
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Modelos de Troncos de Contenção
· Convencional
· Americano
· Plus
· Robust
· Standard 3 Comandos (ou 3 Guilhotinas)

O que é necessário para construção das bases dos Troncos e Balanças?

Os materiais para construção das bases são fornecidas pelo Cliente e deverão estar disponíveis no momento da montagem:

BALANÇAS

Cimento (sacos)

Areia Grossa (m3)

Pedra Britada(m3)

Modelos para pesagem individual

4

1/2

1/2

Modelos BRETE, BRETE-ME e RETANGULAR-ME - Modelos B-1, B-2 e B-4

4

1/2

1/2

Modelo B-6

6

1

1

Modelo B-10

10

1 1/2

1 1/2



TRONCOS DE CONTENÇÃO

Cimento (sacos)

Areia Grossa (m3)

Pedra Britada(m3)

Modelos Plus, Robust, Convencional e Americano - todos com Vigas

4

1/2

1/2

Modelos Convencional, Americano e Standard - todos Fixos

7

1

1



Como os equipamentos são instalados em fazendas, e nestas, na maioria das vezes em currais e retiros bem afastados, e como o técnico montador é também o motorista do caminhão de entrega, seria irracional ele ter de largar tudo para procurar um lugar para almoçar ou tomar um lanche. Devido a essas particularidades, a Coimma pede também ao Cliente que ofereça alimentação ao técnico responsável pela montagem, assim como 2 ajudantes para ajudar na montagem. São pequenas providências sem custo para o Cliente mas que dão uma grande ajuda para uma montagem rápida e precisa do seu equipamento.

Qual é o modelo ideal de Tronco de Contenção?

A Coimma oferece 10 modelos de troncos.

Com exceção do Modelo Plus e do novo Modelo Robust, oferecidos apenas sobre Chassis Metálico (ou Vigas perfil "I"), e do Modelo Standard 2 Guilhotinas, este oferecido apenas no sistema Fixo, os demais Modelos são disponíveis tanto no sistema Fixo como no sistema de Vigas "I". A montagem sobre Chassi ou Vigas "I" permite a produção de Balança-Tronco (os assinalados com *):

• Modelo Robust (Vigas "I")*
• Modelo Plus (Vigas "I")*
• Modelo Convencional Fixo
• Modelo Convencional com Vigas "I"*
• Modelo Standard 3 Guilhotinas (ou 3 Comandos) Fixo
• Modelo Standard 3 Guilhotinas com Vigas "I"*
• Modelo Standard 2 Guilhotinas Fixo
• Modelo Americano Fixo
• Modelo Americano com Vigas "I"*
• Modelo Americano CLASSIC (Vigas "I")*

Troncos com Comando Hidráulico (Pistões)

Além disso, com exceção do novo Modelo Robust e do Modelo Plus, que já dispõem do Comando Hidráulico (Pistões), para acionamento da guilhotina e das suas laterias móveis, todos os outros Modelos podem ser fornecidos, opcionalmente com esse Comando, o que praticamente dobra o número de Modelos disponíveis.
Essa ampla diversidade de modelos procura atender a todas as necessidades das fazendas, havendo aqueles produtores que são adeptos incondicionais de um ou de outro.
Por exemplo, muitos Clientes que possuem fazenda já com um determinado modelo e precisam de novo Tronco, ou para novo curral na mesma fazenda ou para uma nova fazenda, fazem questão de uniformidade.
Dois fatores devem ser bem considerados pelo criador para escolher um modelo de Tronco de Contenção:

• O tipo predominante de gado
Em geral os modelos Plus, Americano, Robust e Convencional, com suas divisões e portões laterais e cabine do técnico dão maior flexibilidade de uso e têm a preferência dos pecuaristas que lidam com raças zebuínas e seus mestiços, em sistemas extensivos. Já os modelos Standard são derivados do modelo Convencional, mas a principal característica em ambos é a ausência do compartimento traseiro (do técnico ou operador), e este é um importante item de segurança que deve ser levado em conta no momento da escolha.

• As operações de manejo que serão mais praticadas
O modelo Americano, embora desempenhe perfeitamente com qualquer tipo de gado, é o preferido daqueles que trabalham com gado europeu e leiteiro. Pelos seus detalhes construtivos é muito prático para inseminação artificial e transplante de embriões, devido à característica de suas laterais móveis com as réguas inferiores removíveis.

Dicas

Confira abaixo algumas de nossas Sugestões.

Na moderna pecuária empresarial de corte, onde a palavra de ordem é produtividade, não se admite um curral sem três equipamentos críticos, que são a Balança Bovina, o Tronco de Contenção e a Câmara Atomizadora (esta também conhecida por Ducha. Veterinária, Banheiro Carrapaticida e outros nomes)

A localização desses equipamentos, sempre que possível, deve ser planejada com o curral ainda na planta, levando em conta o fluxo racional dos animais, o tipo de operação do criador e a opção de manejo mais eficaz. Caso isso não seja possível, por exemplo quando o curral é antigo e o produtor deseja modernizá-lo, uma reforma bem planejada e executada é a solução. Existem no mercado bons profissionais especializados em reformas de currais que já prevêem os espaços necessários para a instalação de Balança, Tronco e Câmara.

A Coimma apresenta algumas Sugestões de Currais com Balança, Tronco e Câmara que poderão auxiliar na visualização de

» Modelo de Curral-Italiano






Veja outros modelos:

» Mangueira para 1200 cabeças




» Modelo Equipado com Tronco, Balança e Câmara Atomizadora






» Modelo equipado com Tronco e Balança






» Modelo - Anteprojeto Sugestivo para Construção de Curral




» Modelo para Balança-Tronco




» Curral Circular anti-stress




Observação – A Coimma não fabrica currais. As plantas acima têm o objetivo de ilustrar o posicionamento correto de nossos equipamentos – balança, tronco de contenção e câmara atomizadora dentro do curral.

TRONCO DE CONTENÇÃO: CRESCENDO RAPIDAMENTE O NÚMERO DE FAZENDAS COM ESTE EQUIPAMENTO. VEJA PORQUÊ.

Europa: tolerância zero em stress do gado. A União Européia, além das suas já conhecidas exigências para importação de carne bovina, referentes à sanidade rigorosa e ao tipo de alimentação do gado, está preparando normas ainda mais duras, às quais todos os exportadores de carne para aquela região, terão de se adaptar. Essas normas dizem respeito a controles para stress mínimo nos animais no manejo e no transporte, incluindo exigências de espaço, horas de viagem X horas de repouso, obrigatoriedade de fornecimento de água, veículo climatizado e treinamento aos funcionários e motoristas.

Enquanto isso, por aqui...Tudo isso apenas para ilustrar o contraste que ocorre em relação a algumas regiões de pecuária mais atrasada no Brasil, onde ainda prevalece a mentalidade de que "Não preciso de Tronco, conter o gado é o trabalho do peão".

Mas na contenção adequada e segura dos animais, sem lesões e sem stress desnecessários, certamente reside um bom começo para adaptação àquelas rigorosas exigências que virão por aí, em futuro próximo. Enquanto já vemos pecuaristas usando troncos de contenção com balanças eletrônicas conjugadas, leitor óptico e programas informatizados de gerenciamento, constatamos também que lamentavelmente ainda existe uma considerável parcela da mentalidade "peão e corda" para imobilizar o animal. Felizmente ela tem cedido espaço de forma rápida para uma atitude empresarial do pecuarista, onde ele busca maior produtividade por unidade de área, em menor tempo e de forma segura, minimizando os riscos e os custos.

A necessidade da contençãoNuma coisa, porém, todos concordam: existe uma série de ações ou práticas de manejo zootécnico ou veterinário que você precisa executar no animal, e que são praticamente impossíveis de executar se ele não estiver bem contido. E estar bem contido, tecnicamente falando, é estar o animal imobilizado de modo que o operador possa executar a ação de forma correta, eficaz, sem machucá-lo e sem risco de também ele, o operador, sair machucado.Estamos falando de práticas do dia-a-dia como marcação, castração, vacinação, coleta de sangue, de sêmen, aplicação de medicamentos e outras.

Realmente, se todos concordam com a necessidade de contenção do animal, a concordância pára por aí, entre aqueles que utilizam um equipamento industrial de qualidade e aqueles que partem para a improvisação, com verdadeiras "gambiarras" construídas na própria fazenda. Ou pior ainda, apenas com a dupla "peão e corda", que na verdade é uma parte importante da história e hoje pertence ao passado. Por outro lado, não podemos deixar de registrar que existem técnicas bem estabelecidas, embora complicadas, para a contenção de bovinos com corda, inclusive ensinadas na Cadeira de Cirurgia nas escolas de veterinária.

A contenção com equipamento especialmente projetado para isso é muito mais fácil, rápida, eficiente, econômica e segura, tanto para o homem como para o animal. Apenas alguns casos específicos, como cirurgias e outros procedimentos veterinários, até exigem a contenção, derrubada e a imobilização em certas posições. Isso é feito obrigatoriamente com corda e todos os seus riscos.

Contenção parcial com laço e cerca; necessários 2 peões. Observar risco de coice.

Para o uso em condições rotineiras do manejo do dia-a-dia, o Tronco de Contenção industrial é imbatível.EvoluçãoOs primeiros Troncos industriais construídos foram inspirados exatamente na forma como o vaqueiro trabalhava. O animal era laçado, amarrado e quase sempre derrubado para a realização das diversas práticas, aproveitando-se um esteio, palanque de cerca ou "tronco" enterrado no curral, o que explica a origem do nome.Por isso os primeiros equipamentos tentaram apenas mecanizar essa operação, imobilizando e girando o animal a uma posição quase horizontal. Esses primeiros projetos se chamaram de "tronco giramundo" e hoje não mais existem no mercado, pois eram complicados, arriscados no seu uso, freqüentemente lesionavam os animais e para completar, eram extremamente caros. Essas restrições concorreram para dificultar a disseminação do conceito de contenção de bovinos com equipamento, inclusive porque apenas uma parcela mínima de criadores poderia comprá-lo.

Hoje os modernos troncos de contenção fazem o seu trabalho aproveitando a posição normal do animal, firmemente sustentado pelas quatro patas que Deus lhe deu: em pé. Com isso a operação é bem mais fácil, rápida e segura para todos, e ainda com um custo-benefício muito favorável, não só pelo próprio preço do Tronco como pela sua grande durabilidade.

O que é o Tronco de Contenção Tecnicamente, o conceito do Tronco de Contenção é de um equipamento projetado especialmente para conter e imobilizar bovinos, de forma individual, para a facilitação dos diversos tratos zootécnicos e veterinários aos quais ele deve ser submetido, como marcação, castração, coleta de sangue e de sêmen, vacinação, aplicação de medicamentos, inseminação artificial, toque, transferência de embriões, casqueamento, descorna, exames clínicos e outros serviços.

Tronco ou brete? Essas duas palavras são muito utilizadas e muitas vezes trazem alguma confusão. A palavra "brete", que é também usada para chamar o "tronco" industrial, costuma ser mais utilizada para designar o corredor de vacinação ou "seringa".

Para esta não há confusão, todo mundo sabe que "seringa" é aquela parte do curral estreitada para os animais entrarem em fila única, fechada em baixo e mais larga em cima, e com estrado na parte externa para acesso do operador, em toda a sua extensão. Portanto, normalmente a localização do Tronco de Contenção fica logo após a seringa ou o brete de vacinação, e debaixo da cobertura do curral.

Características ideais do Tronco. De acordo com os técnicos, o Tronco deve ser construído de preferência de madeira de lei, pesada, com estrutura resistente e oferecendo um conjunto durável, de operação fácil e de pouca manutenção.

Deve permitir imobilização completa de bovino de qualquer idade, sem machucá-lo, permitindo ao peão ou técnico trabalhar de forma eficiente e segura, tanto em relação ao animal que está contido, como em relação ao próximo da vez, que está às costas do operador.E agora... Que modelo comprar?

Hoje o mercado já oferece uma diversidade de modelos que pede uma boa avaliação pelo pecuarista. Ele deve procurar empresas idôneas e o equipamento que preencha as suas necessidades. Uma boa política, como sempre, é pedir a opinião de amigos que já tenham o equipamento, em busca de referências sobre o fabricante, sobre o produto, sobre a qualidade do atendimento e da assistência etc. Afinal, estamos falando de um bem durável que não se compra todos os dias.

Já comentamos a ampla variedade de serviços facilitados pelo uso do Tronco de Contenção numa fazenda. Castrar, marcar, vacinar, inseminar fica muito mais fácil e seguro usando-se esse equipamento, de longa vida útil com mínima manutenção. Agora veja um pouco mais de detalhe sobre esse indispensável equipamento.O que olhar para escolher um Tronco?Quatro coisas são fundamentais num Tronco: as medidas, o funcionamento, o tipo de instalação e o material de construção.As medidasO Tronco deve ser de bom tamanho, no formato "brete", com um compartimento ou cabine traseira para o veterinário, técnica ou peão, e dois ou três compartimentos, dependendo do projeto, para acomodar o animal.Os fabricantes de Troncos procuram dimensionar seus projetos em medidas médias, que atendam à grande maioria dos animais, independente de suas raças. É importante ressaltar que o Tronco é um equipamento de apoio para manejo do gado geral – bezerros, novilhos, vacas e bois de engorda. A contenção de um touro reprodutor muito grande e muito pesado, acima de 800/ 900 kg, raramente é feita por meio de Tronco. Até porque esses animais são bem costeados, criados no cabresto e na formiga, geralmente são argolados e nem necessitam de um Tronco. Que por sua vez não são dimensionados especificamente para essa categoria de animal.Cabine do técnico: é críticaA cabine do técnico deve ser vista com cuidado. Ela é indispensável num Tronco de bom projeto. Esse compartimento é fundamental para que o veterinário, técnico ou peão treinado trabalhe com tranqüilidade e seguro, isolado do próximo animal da vez pelo fechamento do portão de acesso (portão de correr pelo qual o animal entra no Tronco). A cabine deve ser espaçosa o suficiente para que o operador possa manejar instrumentos veterinários incluindo aqueles desajeitados como o burdizo, e deve possibilitar um bom acesso à parte traseiro do animal. Para isso o portão de correr que fica à frente da cabine do técnico, também chamado de portão de inseminação, deve possuir tábuas removíveis para graduar a altura do fechamento.

Cabine da Balança Tronco

Cabine do técnico: espaçosa e segura.

Eles devem permitir fácil acesso do operador ao animal através de portões laterais fáceis de abrir e de fechar, sejam eles do tipo inteiriço ou dividido em duas partes. O compartimento da frente do Tronco deve ser dotado de argola reforçada de aço para elevação e imobilização da cabeça, se necessário. Da mesma forma o compartimento da traseira do animal, logo à frente da cabine do técnico, também deve ser dotado de argola para suspensão, imobilização de perna traseira e casqueamento.Verificando o funcionamento e a construçãoOs portões de passagem do animal, que geralmente são do tipo de correr, devem deslizar de forma macia, permitindo sua abertura e fechamento rápidos.As guilhotinas, que são as peças verticais articuladas de madeira de lei que imobilizam o animal, precisam ter uns funcionamentos precisos, permitindo seu acionamento e sua liberação sem exigir força pelo operador. A guilhotina dianteira é chamada de pescoceira, e as traseiras, de virilheiras ou vazieiras. O mecanismo acionador das guilhotinas é comandado por alavancas de ação manual. Já o tipo de acionamento pode ser mecânico, através de gatilho com cremalheiras, ou hidráulico, através de pistões. Este último torna a alavanca um pouco mais leve para ser acionada e facilita a ação de liberação da guilhotina, no momento de soltar o animal. O comando hidráulico é autotravador, ou seja, trava a guilhotina em qualquer posição da alavanca.

Alavanca Balança Tronco

Alavanca com comando hidráulico (pistão)

Alguns modelos de Troncos possuem um mecanismo metálico com um semi-aro de forma circular, acionado por um sistema de contrapeso e catraca, com objetivo de facilitar a castração de novilhos. Essa peça ajuda a conter e expõe totalmente a traseira do animal, aumentando o rendimento do manejo da castração de um lote.

Balança Tronco Mecanismo para castração no Tronco Americano Classic.

Outro detalhe importante a ser verificado no funcionamento geral do Tronco, é que a construção do mesmo não permita a existência de espaços ou frestas nas laterais, principalmente na parte inferior, por onde o animal possa enfiar uma pata. Nesses casos o risco de uma lesão ou mesmo de uma fratura é alto.Outra coisa importante a verificar é o número de "pés-direitos", que são aquelas grandes vigas verticais, em par, responsáveis pela solidez da estrutura do Tronco. Quanto mais pés-direitos, melhor será a estrutura do conjunto.

Agora veja as dicas finais sobre esse indispensável equipamento.

Tipos de instalaçãoOs Troncos em geral podem ser montados de forma fixa, com os pés-direitos enterrados em concreto, ou sobre um chassi de vigas de aço. A forma fixa garante uma solidez muito grande à estrutura, mas não permite desmonte nem acoplamento a balança eletrônica. A instalação com chassi permite desmontar e re-instalar em outro local, e ainda permite instalação de balança eletrônica posteriormente para formar o conjunto balança-tronco ou tronco-balança ("dois-em-um").Material de construção de TroncosO material mais recomendado para a produção de Troncos industriais é a madeira, embora existam modelos totalmente metálicos. Ela deve ser de lei, pesada, resistente ao ataque de cupim e de fungos da podridão, e dimensionada em seus elementos de forma a aportar o máximo de solidez à estrutura. A madeira tem suas principais vantagens na durabilidade e na facilidade para eventuais reparos após anos de uso. Já a estrutura metálica tem vida útil menor, pela ação corrosiva de urina e resíduos de sal, exigindo manutenção e repinturas constantes. Alguns alegam uma restrição adicional de ser mais barulhenta no seu uso, do que a estrutura de madeira.

Atenção para a qualidade da madeira

Usando bem o Tronco de Contenção.

O Tronco, apesar de ser um equipamento especialmente produzido para conter e imobilizar a rês para a execução de ações diversas, não é um instrumento de tortura. Existe uma recomendação técnica para a sua utilização, a qual desde que bem seguida, permite uma operação segura para todos e sem maltratar o animal.Operadores treinadosPara máxima segurança do homem e do animal, devem trabalhar dois operadores no Tronco, de forma atenta e sincronizada.Um, se posiciona lateralmente na parte traseira do Tronco e cuida do portão de entrada do animal, também do portão lateral de acesso à cabine e do portão de inseminação e ainda da guilhotina virilheira.O outro se posiciona lateralmente na parte da frente e cuida do portão de saída do animal e da guilhotina pescoceira, e ainda do portão lateral de acesso ao compartimento da cabeça.Uma questão de coordenaçãoCom a abertura do portão de saída e a visão da luz lá na frente, o animal é incentivado a atravessar o Tronco, e deve ser parado só com o fechamento rápido e preciso do portão. Nunca deve ser parado com um tranco da pescoceira, sob risco de lesões ao animal e de danos ao equipamento.Com o portão fechado na sua cara o animal estaca e nesse momento as duas guilhotinas devem ser acionadas rapidamente e no menor intervalo possível, cada uma por um operador, imobilizando o animal. Para soltar, operação inversa: quando o portão de saída se abrir, as guilhotinas já deverão estar soltas e o animal totalmente livre para sair.Nada é eternoÉ bom lembrar que por melhor que seja o Tronco, ele precisa ser limpo após o uso, receber periodicamente um reaperto, uma pequena manutenção preventiva como graxa na cremalheira e uma verificação geral. Com cuidados mínimos e utilização responsável, você terá com certeza muitos anos de bons serviços desse extraordinário equipamento.

Balança para gado é um equipamento indispensável na fazenda. Veja porquê.Ainda tem muita gente, incluindo criadores de gado donos de milhares de cabeças, que pensa ser a balança apenas um instrumento para ser usado na compra e na venda de animais. Entretanto, essa forma de uso é apenas uma das muitas ocasiões de pesagem que hoje são normais em qualquer propriedade que busque melhoria dos seus índices de produtividade na pecuária.Além das pesagens na compra e na venda, e na pesagem dos bezerros à desmama como já vimos, veja mais algumas necessidades atendidas pela balança, como instrumento indispensável no manejo e gerenciamento do rebanho.

Mas é preciso mesmo pesar? Na verdade, basta pensar um pouco para concluir que medir periodicamente o peso dos animais é fundamental na exploração pecuária. Sem o parâmetro do peso, o produtor não pode saber "onde está", nem "para onde deseja ir", nem "como pretende chegar lá", falando-se dos índices zootécnicos e das técnicas de manejo do seu rebanho.Um exemplo bem simples: um criador não está satisfeito com o seu programa de desmama de bezerros.

Ele deseja bezerros maiores, mais pesados e em menor tempo. A primeira coisa que ele precisa saber é "onde está", ou seja, qual é o peso médio dos bezerros na desmama hoje? Aí vem a pergunta: se ele não tiver balança, como irá determinar o peso médio atual e estabelecer uma meta de novo peso ao desmame, coerente com a genética de seus animais e com o seu manejo?E mais: como esse criador poderia aferir ou avaliar as mudanças de manejo que fará para perseguir o resultado de aumento de peso à desmama, se não tiver uma balança para acompanhar? Mais alguns usos
• Controle de peso de novilhas e vacas, para cobertura e Inseminação Artificial;
• Controle de peso para administração de medicamentos dosados por kg de peso vivo;
• Controle de peso para fins de seleção e melhoramento genético;
• Controle de peso para avaliação de nutrição (rações, suplementos, pastagens, silagem etc).

A pesagem é indispensável para avaliação do programa de alimentação. Um outro exemplo simples, dentro dos pontos acima: se o criador decidiu investir na compra do sêmen caro de um touro melhorador, para inseminar sua vacada comum e produzir cruzados industriais, como ele poderá avaliar o desempenho dos produtos sem uma balança? Como irá avaliar o retorno do seu investimento?Pesagem individual ou coletiva? A evolução da pecuária tem trazido mudanças no panorama da pesagem de bovinos.

A busca por melhoria de resultados, ou por mais peso em menor tempo, passou a exigir controle do peso e acompanhamento individual dos animais. Por isso atualmente o mercado está mais voltado para as balanças individuais, com capacidade de 1500 kg, ofuscando as grandes balanças de pesagem coletiva, de capacidade de 4000 kg e acima. Mas estas ainda existem no mercado e atendem às necessidades específicas de muitos produtores.

O importante é que, individual ou coletiva, o número de propriedades com balança tem crescido, embora no total, ou na média brasileira, seja ainda insignificante.

Balança Individual para 1500 kg, tipo brete

Balança Coletiva para 2 a 3 animais, capacidade 2000 kg

Para quem está planejando os currais da propriedade e ainda vai construí-los ou reformá-los, as coisas são bem mais fáceis. Existem empresas especializadas em projetos e construção de currais, podendo ser previsto o fluxo mais racional possível dos animais.

Com isso pode-se determinar a melhor localização dos equipamentos indispensáveis, como brete de vacinação, tronco de contenção, balança e ducha veterinária. O curral precisa ter projeto prático, descomplicado e que permita fluxo rápido e com o mínimo de stress aos animais. As operações de manejo devem ser previstas para execução juntas, sempre que possível, aproveitando-se a ida dos animais ao curral.

O objetivo é de reduzir o stress do animal (stress = ele fica sem acesso a água e a alimento durante o período do manuseio, fica desidratado, nervoso, perde peso, com recuperação possível apenas vários dias depois). Por exemplo, vacinação, desparasitação, castração, e a própria pesagem, se feitas de uma só vez, serão menos estressantes ao animal, do que se feitas separadamente, exigindo mais uma ou duas idas ao curral.

Curral convencional com localização de Tronco, Balança e Câmara Atomizadora (ou Ducha).

Já para aqueles casos de currais antigos e que não previram espaço adequado para a balança, a situação é um pouco mais complicada e exige análise cuidadosa do investimento necessário. Mas mesmo em casos extremos de currais antigos onde não há espaço físico para uma balança mecânica, sempre há a alternativa da balança eletrônica, que não ocupa espaço.Balança não é corredorAo se prever a localização da balança mecânica no curral, alguns cuidados básicos e dúvidas fáceis de decidir devem ser considerados. Os principais pontos são:

• Qual será a melhor posição para a mesa (ou coluna) da balança em relação à gaiola (ou gradil) e ao acesso do operador?
• Para que lado devem ser abertos os portões de entrada e saída da gaiola?
• Como evitar a passagem dos animais que não serão pesados, pela balança? Ela é um equipamento de precisão, construído para pesar, e não para ser um corredor.
• A balança deve ser instalada debaixo de cobertura no curral.
• A balança deve ser instalada de preferência acima do nível do solo, para facilitar a limpeza.

Economizando espaço no curralUma opção interessante em desenho de curral com economia de espaço é o equipamento denominado "tronco-balança", que é um tronco de contenção conjugado com uma balança eletrônica. Com essa opção economiza-se o espaço de 3 m2 que seria ocupado pela balança mecânica tradicional, incluindo a cobertura do curral nesse trecho.

Além do espaço, economiza-se tempo e mão-de-obra, principalmente se o tronco for equipado com pistão hidráulico para comandar as guilhotinas. O animal é contido no tronco, recebe todas as práticas necessárias, como castração, vacinação etc., e ao mesmo tempo é pesado e apartado pela balança eletrônica. Há também a vantagem adicional de se colocar 4 saídas no apartador ou ovo de apartação, colocado logo após o tronco-balança.

No desenho abaixo, os "X" estão mostrando a eliminação da balança mecânica, do espaço de curral e telhado correspondente, e do apartador de 2 saídas que havia logo após a balança mecânica.

Curral com Balança-Tronco mostrando a economia de espaço

Balanças para todas as situaçõesO mercado oferece um grande leque de produtos. Pode-se afirmar com 100% de certeza que qualquer situação de curral ou necessidade específica de qualquer criador ou invernista poderá ser atendida com algum tipo de balança.Balanças Mecânicas

As mais comuns atualmente são as individuais para 1500 kg, fabricadas com as gaiolas tanto no formato "brete" como no retangular. As mais procuradas são as "brete", em forma de "V", abertas em cima e estreitas em baixo, que força o animal a se movimentar menos. O mecanismo e a base são metálicos e a gaiola é de madeira de lei, muito durável. Suas principais vantagens são sua facilidade de operar; o seu próprio funcionamento mecânico, que dispensa energia elétrica, e a sua confiabilidade e tradição no mercado.

Não é difícil encontrar por aí, veteranas balanças mecânicas com 25 ou 30 anos de instalação funcionando perfeitamente.

Atendimento:

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